Segurança digital: por que sua PME precisa se cuidar
 

Segurança digital: por que sua PME precisa se cuidar

Entenda a importância da segurança digital no contexto das pequenas e médias empresas e conheça estratégias para evitar danos com ataques virtuais.

 

Ataques virtuais são muito comuns. Invariavelmente, uma empresa multinacional tem seus dados roubados ou é invadida por um hacker. Considerando que boa parte das notícias fala apenas das grandes empresas, gestores de pequenas e médias empresas (PME) têm um falso sentimento de segurança. Na verdade, as PMEs também são alvo de ciberataques e com bastante frequência.

Uma pesquisa da FIESP indica que 65,2% dos ciberataques com objetivo financeiro envolvem pequenas empresas. Pode parecer estranho, mas isso ocorre porque boa parte desses ataques não têm a empresa como alvo. O objetivo é alcançar informações dos clientes.

Os ciberataques costumam gerar danos à imagem da empresa, que perde confiança dos parceiros e clientes. O impacto financeiro para recuperar os dados perdidos e consertar falhas também é um problema.

De acordo com a First Data, pequenas e médias empresas nos EUA chegam a gastar mais de 36 mil dólares por falhas na segurança. Por isso, é tão importante investir em proteção virtual.

O que é segurança digital?

Quando o assunto é segurança digital, boa parte das pessoas pensa em um software de antivírus, mas o tema vai muito além disso. Trata-se de um conjunto de fatores que envolve ambiente, processos, tecnologia e pessoas que lidam com a informação. Uma escolha errada pode tornar a segurança vulnerável e facilitar invasões.

Trabalhar com segurança digital significa garantir proteção e integridade dos dados e informações particulares em computadores, servidores ou na nuvem da empresa. Considerando isso, três são os pilares da segurança digital:

  • Confidencialidade: limitação da divulgação de informações, sendo que apenas pessoas determinadas podem acessar informações com a autorização prévia do seu respectivo dono;
  • Integridade: armazenar informações sem o risco de alterações, danos ou exclusão;
  • Disponibilidade: garantir que a informação estará disponível para pessoas com autorização quando existir necessidade.

Principais ameaças a pequenas e médias empresas

A cada dia que passa, os hackers encontram novas maneiras de invadir, roubar e danificar dados das empresas. As PMEs estão bastante expostas ao problema e devem pensar em formas de se proteger. Entre as ameaças mais comuns, estão:

  • SQL injection: explora falhas no sistema que armazena dados da empresa;
  • Ransomware: aplicação de criptografia sobre informações, tornando-as inacessíveis. A empresa precisa pagar um resgate para retomar o acesso às próprias informações;
  • Malware: vírus e outros softwares que vazam informações da máquina ou base de dados para hackers através das falhas nos sistema de segurança;
  • Ataque DDoS: sobrecarga de um servidor que acontece de forma intencional para torná-lo indisponível;
  • Phishing: coleta de dados e credenciais que acontece através de uma página fraudulenta que simula outra página de confiança do usuário.

Existem diversas formas de ataque virtual. Em alguns casos, os danos serão pequenos, mas em outros poderá custar alguns milhões para contornar o problema. Pensando nisso responda: você realmente está disposto a pagar o preço?

Como implantar a segurança digital

Quem deseja manter suas informações seguras precisa investir em uma série de softwares e processos que realmente protegerão a empresa.

Um dos primeiros passos deve ser estabelecer uma Política de Segurança de Informação. Com isso, é possível definir como proteger suas informações e dados, considerando:

  • Normas;
  • Procedimentos;
  • Ferramentas;
  • Pessoas.

Todos esses são fatores importantes para uma boa segurança digital. Através do guia estabelecido pela Política de Segurança da Informação, as possibilidades de quebra de integridade, disponibilidade e confidencialidade diminuem muito. Caso uma invasão chegue a ocorrer, essa política poderá mostrar os caminhos para diminuir danos e perdas.

Firewalls e antivírus

Na teoria, todo usuário deveria ter um firewall e um software antivírus instalado no computador. Infelizmente, não é isso que acontece. Não deixe de adotar essas ferramentas na sua empresa se quiser protegê-la de ameaças.

Backups

Quando o firewall falha e uma invasão ocorre, a empresa não pode ficar à mercê da máquina ou da base de dados invadida. O backup proporciona um plano B para essas situações.

Atualizações

É preciso manter os softwares sempre atualizados. As versões mais recentes estão protegidas de novas ameaças e boas políticas de segurança.

Anti-malwares

O nome explica bem a função desses softwares. Eles devem ser usados dando preferência a versões pagas, que ofereçam suporte adequado para o usuário.

Sua empresa está preparada?

Os ciberataques são realidade e podem impactar no caixa e na credibilidade de qualquer empresa. Então, pense bem na possibilidade de começar a investir em segurança digital, que, hoje em dia, é uma necessidade de sobrevivência. O investimento vale a pena, especialmente considerando o custo que uma só invasão pode ter financeiramente.

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