5 falhas de segurança digital mais comuns em PMEs

5 falhas de segurança digital mais comuns em PMEs

5 falhas de segurança digital mais comuns em PMEs

 

O tema segurança digital nunca foi tão importante quanto agora. A tecnologia mudou tudo, e a transformação digital também está revolucionando empresas dos mais diversos setores.

Porém, assim como acontecem golpes em lojas físicas, existem também os riscos nos meios digitais. E o cenário no Brasil é preocupante. O número de ataques e a quantia de dinheiro roubada impressiona.

Os números da segurança digital no Brasil

O Brasil ocupa apenas a 70ª colocação no índice de segurança digital da União Internacional de Telecomunicações (ITU, na sigla em inglês), órgão da Organização das Nações Unidas (ONU). 

Hoje, o Brasil é o segundo país no mundo que mais tem sofrido perdas econômicas por ataques cibernéticos. Segundo os dados mais recentes da ITU, em um período de 12 meses entre 2017 e 2018, os prejuízos ultrapassaram US$ 20 bilhões (mais de R$ 80 bilhões).

Em 2018, 70 milhões de brasileiros foram vítimas de ataques cibernéticos. 

Para mudar essa situação, especialistas da área afirmam que o mercado de segurança cibernética alcançará US$ 151 bilhões em 2020, no mundo todo. Um indicativo claro da prioridade que já vem sendo dada mundialmente a esta questão. 

A rede mundial está presente em 80% das casas do país, chegando a 116 milhões de usuários. O índice de utilização da internet entre as empresas também é quase pleno: 98%. 

O cenário é preocupante, e mostra que muitas empresas ainda não adotam medidas de segurança digital. O número de ataques cibernéticos é cada vez maior, e a sofisticação desses ilícitos também.

Por isso, é preciso ficar atento. Confira a seguir os ataques mais comuns que podem afetar o seu negócio.

Os principais tipos de ataques cibernéticos

Para proteger o seu negócio de ataques virtuais, o primeiro passo é conhecer os principais.

Malware

Esse é o ataque mais comum. O malware é um software de computador criado para prejudicar a performance do equipamento ou executar operações não solicitadas pelo usuário. O malware se propaga através de programas ilegais, documentos infectados ou e-mails falsos. 

Ransomware

O ransomware pode desde interromper o seu trabalho até roubar informações estratégicas da sua empresa. O ransomware criptografa os dados do equipamento e obtém controle total do dispositivo. A liberação costuma ser feita após o pagamento de um “resgate” por parte do dono do aparelho.

Phishing

Essa é a forma mais comum de roubo de dados e tem como objetivo roubar logins e senhas de e-mail e até de contas bancárias. O usuário é levado à uma página falsa, onde acontece o roubo das informações.

Bom, esses são apenas alguns dos ataques cibernéticos existentes. Clique aqui e conheça outros tipos.

Como ataques cibernéticos afetam as empresas?

Os ataques cibernéticos podem trazer diversos problemas para as empresas. Entre os principais estão: perda direta de ativos; vazamento de informações de clientes; roubo de dados sigilosos; invasão à rede privada; comprometimento da infraestrutura de TI; fraude eletrônica; interrompimento das operações.

Todos esse problemas trazem prejuízos financeiros e também para a gestão do negócio como um todo. Para que nada disso aconteça na sua empresa, confira abaixo as falhas de segurança digital mais comuns em pequenas e médias empresas e como evitá-las.

5 falhas de segurança digital mais comuns em PMES

Listamos abaixo as falhas mais comuns em PMEs. Conheça e confira dicas de como evitar esses problemas no seu negócio.

1. Vazamento de informações: os dados da empresa, de clientes e parceiros devem estar muito bem protegidos para evitar a invasão de terceiros. Se essas informações estiverem vulneráveis, elas podem ser vazadas, abrindo espaço para novos vazamentos. Para evitar isso, o ideal é armazenar os dados do negócio em servidores físicos ou na nuvem, com várias camadas de proteção.

2. Falta de controle de acesso: muitas empresas não têm controle dos usuários que acessam seus sistemas. Geralmente, todos os funcionários podem acessar os documentos, mesmo que não sejam responsáveis por eles. O ideal é criar credenciais de acesso para que cada profissional tenha acesso somente à conteúdos que lhe cabem.

3. Mau uso de e-mails e redes sociais: muitas vezes, funcionários novos ou inexperientes acabam abrindo e-mails e clicando em botões que não deveriam, comprometendo a segurança digital da empresa por conta de ataques cibernéticos.

O gerenciamento de redes sociais por terceiros não confiáveis também pode ser um problema, até mesmo para a reputação do negócio, com postagens incorretas ou indevidas.

Para evitar essas falhas, o ideal é criar uma Política de Segurança da Informação, com regras e boas práticas a serem seguidas pelos funcionários. Até porque, a maioria desses problemas ocorre por falta de conhecimento dos profissionais, além do uso indevido.

4. Inexistência de backups: infelizmente, grande parte das empresas só pensa em backup depois de sofrer roubo de dados. O ideal é criar uma rotina de backup, para evitar perder informações sigilosas que podem prejudicar o andamento das atividades.

5. Descuido com dispositivos móveis: smartphones, tablets e notebooks facilitam a mobilidade corporativa, mas também trazem riscos à segurança digital. Quanto mais pontos de acessos aos sistemas das empresas, maiores são as chances de ataques virtuais. Por isso,o reforço na segurança deve se estender também aos dispositivos móveis.

A segurança digital dentro das empresas é responsabilidade de todos. Porém, é dever dos gestores criar Políticas de Segurança para proteger os dados e evitar o comprometimento das operações.

A escolha certa de tecnologias também é um ponto de atenção. Os equipamentos Lenovo são equipados com as mais avançadas medidas de segurança do mercado como infravermelho, reconhecimento facial, leitor de impressão digital e muito mais.

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Até a próxima!